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.: A VERDADE SOBRE OS ANTICONCEPCIONAIS. |
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Ginecologistas famosos no mundo todo tiveram o valor de denunciar o efeito secundário desastroso dos métodos contraceptivos. O iminente médico Inglês Dr. F. J. MAC.CANN, ginecologista nos 2 hospitais de maior renome em Londres e autor das seguintes obras: “OS PERIGOS DA ANTICONCEPÇÃO”, “ANTICONCEPÇÃO: UMA CAUSA COMUM DE DOENÇAS”, “EFEITOS DO USO DOS CONTRACEPTIVOS NOS ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS”, afirmou: “Todos os métodos contraceptivos são prejudiciais para a fêmea”. Um dos membros da Federação escreveu o livro: “O CONTROLE DA NATALIDADE. POR QUE MENTEM ÀS MULHERES?”, com ampla circulação em todo o mundo. .:
COMPRIMIDOS E INJEÇÕES. Ao utilizá-los os hormônios sintéticos chegam através do sangue à glândula pituitária, fazendo-a acreditar que a mulher esta grávida, quando realmente não está. A finalidade destes contraceptivos é gerar uma falsa gravidez. Devido a esta falsa condição dada à pituitária, as glândulas endócrinas trabalham como se a mulher estivesse grávida, provocando-lhe desequilíbrio nas glândulas: tiróides, pâncreas, pineal, supra-renal e sexual. |
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Esta falsa gravidez faz com que os ovários não trabalhem, ou seja, a mulher não ovula, e estes ao ficarem bloqueados provocam a perda progressiva do apetite sexual, até chegar muitas das vezes a rejeitar o marido. Logo no início, devido à falsa gravidez, a mulher vivência os sintomas próprios da gravidez, como sejam as náuseas, dor nos seios, dor de cabeça, etc. mas depois se habitua a isso. O estrogênio sintético em aumento gera um crescimento celular anormal e isto provoca cancro no seio e na matriz. Ao não ovular, a mulher não produz seu estrógeno natural e isto faz que de forma progressiva vá perdendo seu apetite sexual, trazendo a ela problemas com seu marido e em muitos casos chegam à separação. Ao não se produzir o estrógeno natural, não se assimila o Cálcio, esta é a principal causa da Osteoporose. Também se modifica e produz mudanças estruturais e enzimáticas no revestimento interno do útero (endométrio) e nas trompas de Falópio, tudo isto faz que os ovários e a matriz vão se atrofiando. Jeronome Lejeune pai da genética moderna, afirma que os estrógenos ajudam o desenvolvimento, o qual não se completa senão aos 18 anos, logo, os anticoncepcionais afetam o desenvolvimento do cérebro em forma até hoje desconhecidas. No embrião, ou seja, no ventre da mãe o número de folículos é de 1 milhão por ovário (não surgem folículos novos após o nascimento), e ao nascer cada ovário contém entre 250 e 500 mil folículos. Ao chegar à puberdade cada ovário contem de 100 a 200 mil, e aos 40 anos o seu número é de aproximadamente 8.000. Durante a vida fértil da mulher aproximadamente 400 folículos amadurecem, onde os demais se degeneram nalgum ponto do seu desenvolvimento. As pílulas, injeções e implantes ao atrofiar os ovários, degenerando uma quantidade maior de folículos, reduzem as possibilidades de vida e apetite sexual. Conhecem-se casos de jovens que por terem utilizado injeções ficaram estéreis para o resto da vida. A mulher completa o desenvolvimento dos seus ovários aos 18 anos. Utilizando estes contraceptivos antes da idade pode provocar-lhe esterilidade, matriz infantil e frialdade sexual. Nos dias que correm muitas jovens estudantes de bacharelato utilizam estes contraceptivos, seu marido, seus pais não sabem absolutamente nada e estão a atrofiar-se sexualmente. ENTREVISTA EN AUDIO A UMA VÍTIMA DOS COMPRIMIDOS ANTICONCEPCIONAIS 1 2 3 O mais grave é quando uma mulher está dando seio à sua criatura e os médicos em forma inconsciente passam anticoncepcionais, já que ao não produzir o Estrógeno, a criança não assimila o cálcio e isto degenera seu desenvolvimento ósseo, cerebral, endócrino, etc. Também, estes hormônios sintéticos afetam o desenvolvimento sexual da criatura, originando tendências, sejam homossexuais ou lesbianas. Para compreender melhor o efeito dos comprimidos no tempo, no espaço e suas conseqüências na herança genética; assim como os desequilíbrios orgânicos, endócrinos, etc... que se criam; utilizemos o seguinte exemplo: Alguém tem uma terra virgem e bem cuidada para cultivar (a mulher), onde qualquer semente pode germinar com facilidade. Suponhamos que o dono da terra não quer ter frutos e aplica, à mesma, substâncias esterilizantes com certa freqüência -cada dia ou cada mês. A terra perde essa capacidade de dar vida e seus mecanismos biológicos se alteram. Suponhamos que este processo de esterilização é empregado por 5 anos, mas logo depois desse período, o agricultor decide ter frutos. A pergunta é: estará essa terra em condições favoráveis? A resposta é obvia: Claro que não! E seguramente os frutos (os filhos) que se produzam nessa terra (a mulher) também trarão os desequilíbrio e suas conseqüências. Para compreender a magnitude do dano causado pelo Estrógeno e a Progesterona sintéticas nos anticoncepcionais, devemos compreender o fracasso da Terapia Hormonal de Substituição (TRH), onde os cientistas haviam se dado conta que a terapia única com Estrógeno aumentava especialmente as probabilidades de que uma mulher desenvolvia câncer no útero e por isto se acrescentou Progesterona. E foi quando veio o fracasso. Em uma noticia que percorreu o mundo em Maio de 2.003 e publicada em uma edição da Revista da Associação Médica Americana (American Medical Association), se explica o dano que causam os suplementos hormonais, particularmente em mulheres com idades superiores aos 60 anos. Segundo o estudo, as mulheres que tomaram hormônios durante aproximadamente 4 anos, corriam duplo risco de desenvolver demência senil ou outra forma de falta de capacidade mental, em comparação com aquelas que tomaram placebos. Os investigadores também descobriram que os hormônios não protegiam de outras formas menos severas de declinação mental, como perda ligeira de memória. Uma explicação possível, de muitos achados, é que os hormônios elevam o risco de Apoplexias que se sabe causam lesões cerebrais que contribuem em causar demência, disseram os investigadores. E estes danos que causam estes hormônios sintéticos também afetam às mulheres de menor idade, mas em outra proporção. Por tudo isto, jamais podemos recomendar o uso de nenhum comprimido ou injeção anticoncepcional já que são drogas a base de hormônios sintéticos, para atrofiar e enfermar as mulheres saudáveis. Tampouco recomendamos os implantes, parches, os dispositivos intra-uterinos, nem a ligadura de trompas. Por que insiste a ciência com estes anticoncepcionais, em tirar a liberdade biológica da mulher, convertendo-a em um robô hormonal? embre: Somente as árvores murchas e descuidadas não dão frutos. A administração dos Estados Unidos para os alimentos e medicamentos (FDA) estabeleceu que Depo-provera deve levar uma advertência, porque seu uso pode causar uma perda significativa da densidade óssea. A agência Reuters informou em 23 de Dezembro de 2004 que investigadores da Universidade de Iowa confirmaram o problema da perda de densidade óssea devido ao depo-provera. Segundo os estudos, a densidade óssea no quadril caiu em 2.8% depois de começar o uso do depo-provera e em 5.8% depois de dois anos. A perda da massa óssea na espinha dorsal foi parecida. .:
PARCHES – EFEITOS SECUNDÁRIOS MORTAIS. A FDA advertiu à companhia que seu anuncio enganava aos consumidos ao incluir esta informação, ao fazer que a pílula de controle de natalidade parecesse mais segura. A advertência se fez em uma carta à companhia feita publicamente pela FDA em 29 de dezembro. Além disso, os problemas de sangramento, a etiqueta da pílula adverte de outros efeitos secundários que podem incluir coágulos de sangue, ataques do coração e apoplexias. Mas os anúncios, observava a FDA, utilizam «visualizações irresistíveis» e «rápidas mudanças de cena» junto com outras técnicas que distraem da informação de advertência. Publicado pelo jornal Britânico Guarda Women's Health Initiative (WHI), que seguia os passos de mais de 160.00 mulheres e que ligavam o tratamento de hormônios de substituição com o crescente risco de câncer de seio, enfermidades do coração e apoplexias. A pílula anticoncepcional e este tratamento eram praticamente o mesmo, observava o artigo. O Times continuou com esta historia em outro artigo, de 13 de dezembro, que advertia de um maior risco de apoplexias nas mulheres que tomavam a pílula. Baseando-se em um estudo de mais de 5.000 pessoas, investigadores do Canadá, Estados Unidos e Espanha haviam concluído que quem sofre enxaqueca e tome a pílula tem oito vezes mais probabilidades de sofrer uma apoplexia do que aqueles que não a tomavam. O Time acrescentava que as enxaquecas afetam cerca de 6 milhões de pessoas na Grã Bretanha, estando as mulheres mais afetadas pelo problema.
O pai de Holly, Monty Pattson, declarou que a FDA deveria proibir a pílula abortiva após ter sido relacionada com uma terceira morte com seu consumo, informou em 16 de novembro Associated Press. Aquele mesmo dia, o New York Times informou que a FDA havia pedido que se reforçasse a etiqueta de advertência da RU-486. O chamado sistema Anticoncepcional de Emergência e a pílula do Dia Seguinte, realmente não são anticoncepcionais, senão abortivos. Devemos compreender que a vida se inicia exatamente no momento da fecundação do óvulo e não quando se implanta no útero. Logo, a mulher que utilize estes sistemas, esta abordando e deve responder ante as leis de Deus. O comprimido abortivo do dia seguinte com seus estrógenos aumentados, trás progressivamente grande desequilíbrios endócrinos, sobre tudo no aspecto sexual. Os comprimidos do dia seguinte podem atrasar a menstruação até em 1 mês. Entre os efeitos por sua dose de hormônios estão: dor de cabeça, vômitos, enjôo, sensibilidade dos seios, fadiga, retenção de líquido e sangramento como menstruação. Devido à queda do útero ou matriz ou ao próprio aborto, pode apresentar-se dor abdominal, no peito, dificuldade para respirar, visão borrada, dores fortes nas pernas. Se for utilizado freqüentemente pode se experimentar complicações fatais como obstrução de veias e artérias, ataques ao coração, paradas cardíacas, disfunções do útero, pressão alta.
Por sua vez, os hormônios femininos no homem tornam-se mais fortes com o intuito de estabelecer um equilíbrio hormonal, o que leva ao homossexualismo. .:
A VASECTOMÍA. Neste sentido o preservativo é um isolante onde praticamente o homem se relaciona é com o preservativo. É como se você conectasse uma tomada envolta num plástico, é claro que a energia não circula. Estudos realizados por Hernán Sánchez Machet, físico e especialista em películas finas da Universidade Nacional a 1000 preservativos de melhor qualidade e comprado em redes de lojas, constatou que 400 tinham poros de 20 mícrons, que é um portão para espermas que somente medem um mícron e o pior é que o vírus do HIV, é 450 vezes menor que o espermatozóide. O problema do preservativo é muito complexo. Pensou-se que levando preservativos às escolas, repartindo-os aos adolescentes, às trabalhadoras sexuais, fazendo propagandas na televisão e na imprensa promovendo o uso do mesmo, acabaríamos com a pandemia da SIDA. Mas isto resultou em um aumento indiscriminado das relações sexuais entre adolescentes cada vez mais cedo. Então, a relação sexual como tal, passou de ser um ato de amor a um de prazer. E nossa sociedade começou a perder os valores. Na Gnosis lutamos pelo resgate desses valores perdidos, enaltecemos a virgindade nas mulheres e o respeito dos homens em relação às mulheres. Não aprovamos de nenhuma forma as relações sexuais nas partes não idôneas, e de um modo geral todas aquelas práticas que atrofiam o livre intercambio magnético-elétrico entre um homem e uma mulher que se amam, como é o caso do uso do preservativo. A nossa campanha contra a propagação do HIV-Sida baseia-se na promoção de uma mudança de atitude perante a sexualidade na nossa sociedade. É um crime “preservatizar” as relações sexuais, o correto é transmutar o sexo passional em sexo dignificante, sexo com amor. Apoiamos as investigações realizadas por cientistas honestos que denunciam a falha dos preservativos em evitar a SIDA e a gravidez, e segundo os quais o preservativo comum falha numa taxa de 40% na prevenção da gravidez e na prevenção da SIDA, já que o vírus da SIDA (HIV) é 400 vezes menor do que um espermatozóide. Experiências científicas realizadas e posteriormente informadas através da Imprensa Internacional tem demonstrado que efetivamente atravessa o preservativo quer esteja em bom ou.
.: A Terapia Hormonal De Substituição (TRH) é um fracasso. “Tem sido a mudança mais drástica na medicina” expressou a Dra. Joann Manson e acrescentou “tendo sido uma norma, a terapia hormonal é agora recusada”. Os cientistas se tinham dado conta que a Terapia Única Com Estrogênios aumentava vertiginosamente a probabilidade de uma mulher desenvolver cancro no útero e por isso foi-lhe acrescentado na terapia a Progesterona, advindo dai o grande fracasso. Os médicos dizem que a mensagem é clara: não tome hormônio, para prevenir doenças de envelhecimento. Já o Centro Anael tinha denunciado ao mundo, faz muitos anos, as conseqüências dos Estrogênios Sintéticos e da Terapia Hormonal, e a ciência há confirmado nossa denúncia. .: A OSTEOPOROSE E OS ANTICONCEPCIONAIS. Antigamente esta enfermidade era pouco comum, mas atualmente há mais de 100 milhões de mulheres sofrendo deste mal, devido à utilização de anticoncepcionais anovulatórios (injeções, comprimidos e implantes), nos quais o ovário não trabalha e ao não produzir estrógeno, a mulher não assimila o cálcio, causando com o tempo, a famosa osteoporose, que por tudo isto é mais comum nas mulheres. O estrógeno produzido pelos ovários não somente serve para o processo reprodutivo, senão que impede a desmineralização do osso e esta ai uma das graves conseqüências dos anticoncepcionais, além da frieza sexual progressiva, má circulação, obesidade, aumento da pressão arterial, etc. Outra causa mais grave é quando a mulher amamenta ou dá o seio à criança e o médico de forma inconsciente, passa anticoncepcionais, pois estes ao bloquear a função dos ovários e ao não produzir estrógeno natural, o bebê, além de que pode ser afetado na parte sexual com tendências homossexuais, não assimila o cálcio e isto lhe origina desmineralização prematura. Uma dieta adequada que contenha suficientes produtos lácteos assegura a contribuição diária de um grama de cálcio, que é a melhor garantia para que o osso tenha uma boa densidade. O exercício físico ajuda a fixação do cálcio nos ossos. Alguns hábitos tóxicos influenciam na osteoporose: o tabaco, o cigarro, e o álcool. Também, o tabaco e o cigarro interferem na secreção de estrógenos, favorecendo a menopausa precoce e dificultando a boa oxigenação do osso. O álcool altera a absorção da vitamina D que ajuda a fixar o cálcio. É por isto que os fumantes e bebedores tem uma maior predisposição a sofrer de fraturas na cabeça do fêmur. A administração prolongada de medicamentos de tipo corticóide ajuda á destruição da medula óssea e a osteoporose. |
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Publicado pelo Centro Gnóstico Anael, 2008 ® |
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