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.: Relações Sexuais pré-matrimoniais.

Mujer llorando como resultado de ceder al sexo pre-matrimonial.

Com o transcurso do tempo vão-se dando fenómenos culturais e costumes que criam hábitos e passam a formar parte das costumes já estabelecidas. Assim vemos como a própria Ciência se tem empobrecido e esta recorrendo à violência do aborto, alegando resolver o problema social.
Como parte integral do chamado controle da população imposto a todos os países, cria-se uma espécie de “obrigação” na utilização dos anticonceptivos nos recintos universitários, que são promovidos através dos serviços médicos por pessoas programadas como robots para tal finalidade.

Estes programas de controle da população vão acompanhados duma falsa educação sexual onde a mulher se destrói com anticonceptivos, ou assassina ou aborta a sua criatura.

CUPIDO - Poema.

Numa bonita tarde de Abril
quando o Sol suas avermelhadas luzes vertia
sobre o serrano paisagem,
detive a atenção, curioso,
na conversa que iniciaram,
duas jovens damas que viajavam,
no mesmo veiculo nosso,
no assento ao lado do meu.

Eu não acredito no amor, disse,
a que parecia, das duas,
a de mais idade. E prosseguiu,
como evocando as lembranças,
de alguma ilusão truncada.

Os homens só procuram,
saciar numa seus desejos,
e se retiram depois de satisfeito,
o desejo da paixão carnal.

Os negros olhos da que ouvia,
abriram-se mais do comum,
ao ouvir tão realista conceito
da amiga, que falou como tremendo,
do que dizia amarga experiência.

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Ensina-se igualmente uma liberdade uma “liberdade” sexual e reprodutiva, exercida numa forma programada e informada (falsa educação sexual) e responsável (utilizando anticonceptivos, preservativos).
Fala-se igualmente que “os direitos dos menores primam sobre os direitos dos demais”, e isto há criado uma irresponsabilidade nos costumes, sendo as relações pré-matrimoniais um deles.

Na sabedoria do auto-conhecimento, nós os Iniciados somente devemos ter relações sexuais em lares legitimamente constituídos.
Nos dias que correm, devido à degeneração dos costumes, tem-se generalizado as relações pré-matrimoniais, ou seja, os famosos “marinoivos”.
Neste caso a mulher sempre fica com a pior parte, pois a maioria das vezes fica gravida (produto duma paixão que é confundida com o amor) e recorre ao crime do aborto, que para além de produzir-lhe a morte nalgumas ocasiões, implica dolorosas consequências nesta ou em próximas vidas, uma vez que tem de responder diante da Lei de Deus por este crime.

Em mais de 80% dos casos nas relações pré-matrimoniais, o homem “pica” e logo se vai embora, deixando a mulher com vários abortos, pois normalmente o homem não tem o valor, a valentia e a responsabilidade de responder pela vida de seu filho onde patrocina a sua morte com o vil aborto.

A maioria das vezes estas relações sexuais pré-matrimoniais são conseguidas em “residenciais” e locais promíscuos, onde concorrem todo tipo de pessoas e isto não é correcto, pois a mulher deve dar bom exemplo e ter um lar com um marido responsável.

Outro detalhe é que o homem para livrar-se do compromisso e amparado pelo falso principio ou sofisma de distracção de “filhos desejados e não desejados” (este conceito é a pior crueldade que tem criado a ignorância ilustrada no meio deste materialismo brutalizante em que vivemos), faz com que a mulher utilize anticonceptivos (pastilhas, injecções, implantes) cuja finalidade é que o ovário não trabalhe, não ovule, criando um espantoso desequilíbrio endócrino devido à falsa gravides química resultado do anticonceptivo: Ao não ovular, a mulher deixa de produzir o estrogénio natural que lhe permitiria assimilar o cálcio, provocando-lhe em consequência osteoporoses, má circulação, ressequidade da pele, obesidade, depressão e, o pior: frialdade sexual progressiva que faz com que o homem a abandone.

Algumas mulheres utilizam o Dispositivo ou Anel, cuja finalidade é produzir uma inflamação permanente e esterilizante na matriz, provocando fluxos, hemorragias de 10 a 15 dias, ou mesmo um mês, anemia; ademais é abortivo.
Caso se recorra à Laqueação das Trompas é pior, porque se corta o circuito bioelectricomagnéticosexual no ponto de contacto das Trompas. Essa energia não chega até a matriz, provocando uma espantosa frialdade sexual, estados pré-menopáusicos, hemorragias (que a ciência medica aproveita para extrair a matriz).
Como se pode observar, a mulher esta indefesa e sofre muito e o nosso propósito é aliviar a dor da pobre humanidade.

O maior problema das relações pré-matrimoniais é o aumento de alunas gravidas, donde as vitimas são os bebés assassinados de diversas maneiras, como se fossem os mais indesejáveis e detestáveis monstros.
A gravides em raparigas estudantes deve-se a essa falsa educação sexual que lhes “abrem os olhos” antes do tempo.
Essa falsa educação sexual orienta a famosa “cultura do prazer”, onde o sexo é somente tido como um mecanismo para diversão.

Oura causa das relações pré-matrimoniais, dos embaraços e abortos, é a chamada moda juvenil onde o aparelho publicitário as torna mais atractivas para os abusadores sexuais.
A maquina publicitária as tem convertido em meros objectos de prazer e mercadorias desejáveis, ante tudo pelas suas formas e pelo meio social que as instiga a serem sedutoras para serem aceites. É sobretudo uma permissividade total que implica uma irresponsabilidade a todo nível.

Temos tido a oportunidade de ditar conferências sobre o desenvolvimento sexual, consequências da masturbação, anticonceptivos, aborto, etc., em colégios e universidades, e temos encontrado, entre outros, os seguintes casos:

-Estudantes de medicina que mandam abortar às suas mulheres-noivas.
-Num colégio de bacharelato, as jovenzinhas do 10º ano( 13 aos 15 anos de idade) disseram: “Obrigado pela conferência, desconhecíamos as consequências dos anticonceptivos. Mais da metade das alunas deste curso somos senhoras, nossos maridos são os nossos colegas de aula, tomamos anticonceptivos e os nossos pais não sabem absolutamente nada”.
-No mesmo colégio do exemplo anterior, no 11º ano, uma jovem confessou-nos que tinha tido 3 “marinoivos” e que as pastilhas anticonceptivas lhe tinham tirado o apetite sexual.
-Num outro colégio, após terminar a conferência sobre o aborto, um jovem de 15 anos disse: “As vezes vemo-nos obrigado a recorrer ao aborto, porque a minha mulher (uma jovem estudante de 14 anos) ficou gravida, e ela teve que abortar pois se nascia a criatura tínhamos que retira-nos dos estudos”.
-Um jovem que estava doente, com as defesas em baixo, ao perguntar-lhe sê se masturbava respondeu que não, pois ele já tinha mulher (uma companheira de estudos de 14 anos).
-Uma estudante muito bonita duma universidade “de elite” mantinha relações sexuais ao nível de “marinoivo” com um rico comerciante: Numa das suas relações utilizou uma câmara de vídeo onde a filmou em posses modelando nua. Ao passar o tempo ela lhe foi infiel, e ele em sinal de vingança publicou as imagens na Internet onde são exibidas.
-Uma jovem estudante do 9º semestre de Administração de Empresas solicitou a nossa ajuda pois vive estressada porque o seu “marinoivo” é muito mulherengo e lhe pode contagiar a Sida uma vez que tem relações sexuais com outras mulheres.
-Uma jovem de 15 anos, estudante de bacharelato, ficou gravida e suicidou-se para que os seus pais não soubessem.



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