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Os efeitos nocivos do álcool. |
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Somos controlados por forças inconscientes que, através da publicidade, nos impõem costumes, vícios, desejos, etc. O nosso propósito é que o ser humano se conheça a si mesmo e possa libertar-se neste falso e ilusório mundo em que vivemos e onde ninguém é feliz. Não há necessidade de discutir extensamente sobre os efeitos do álcool. Esta mesma palavra em árabe (igual à estrela de Algol, que representa a cabeça de Medusa , cortada por Perseo) quer dizer simplesmente DEMÓNIO. E é efectivamente um Demónio ou maléfico espírito, quando se apodera do homem; isto é evidente e facilmente constatável pelos seus efeitos, que vão desde a bebedeira ao delirium tremens e à loucura, consignando-se nos descendentes sob a forma de paralisia e outras taras hereditárias. |
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Os ditadores e os tiranos não ignoram que é mais fácil governar e escravizar a um povo de bebedores do que a um povo de abstémios. Num estado de embriaguez se cometem actos contra a dignidade, o sentido moral e é notória a influência do álcool nos crimes. O álcool é a substância maligna que caracteriza em forma íntima os Mundos Inferno. O fumo e os vapores do abismo cheiram a álcool. “ O eixo fatal da roda do samsara está embebido em álcool ". O abominável vício do álcool tem deixado atrás de si centenas de mortos, filhos tarados, rancores e família inteiras desamparadas por sua causa. O álcool embruteceu e degenerou à raça humana.
Muitas vezes o jovem chega ao álcool por decepção amorosa ou por uma situação económica difícil. Muitas festas servem para iniciar-se no álcool, como as do Ano Novo, Carnaval, aniversários, etc. Na idade adulta a pessoa se inicia devido à morte de um ser querido, situação económica, etc. A mente começa a sentir rapidamente os efeitos do álcool tão pronto se faça presente no sangue. Em segundos entra no cérebro estremecendo os neurónios e retardando suas mensagens ao corpo. O coração se fadiga ao enfrentar-se com esta poderosa droga, acelerando suas pulsações . Ao continuar bebendo, o álcool passa à corrente sanguínea e exerce controle sobre o centro da fala, da visão e do equilíbrio. O licor é depressivo para o sistema nervoso central, alegrando a alguns, entristecendo a outros. Em estados de bebedeira o alcoólico parece um macaco, faz desplantes próprios de um macaco, transforma-se em palhaço dançarino, lutador, seduz à mulher alheia e a muitos deles lhes dá por beijar seus amigos. Quando já perdem o controle total do movimento parecem uns porcos, arrastando-se no lodo e na imundície, atirados em qualquer rua da cidade ou do povo. Ao habituar-se a este horrível vício já o indivíduo precisa dele para exercer as suas actividades habituais e, assim, há empregados que não podem realizar nenhum trabalho se não estão ébrios, o vendedor precisa alcoolizar-se para fazer as suas vendas e ainda aparece o médico, alcoolizado , que têm que tomar-se média garrafa para poder fazer uma operação cirúrgica. Cada vez mais aumenta a intoxicação e o alcoólico se converte num "títere", numa máquina humana cujo único pensamento e motivo de existência é o álcool.
A depressão é com frequência o resultado dos bebedores empedernidos. Se uma mulher na gravidez bebe uns copos a mais, em minutos o feto terá a mesma quantidade de álcool no seu sangue; isto pode lesionar o cérebro vulnerável do feto. O álcool também é reconhecido historicamente como um perigoso anestésico com estreita ligação entre o frio e a morte. O envenenamento por álcool é a morte por asfixia. O coração bombeia 36 milhões de vezes por ano, e ao aumentar o seu tamanho, pelo excesso de álcool, não bombeia bem e assim o sangue se vai acumulando nos pulmões causando o edema. O licor em demasia é uma droga devastadora, afasta as famílias e amizades, estraga a saúde, enche as prisões, hospitais e morgues. O ponto ou a linha divisória entre o bebedor de fim-de-semana e o alcoólico é incerto. O álcool queima o duodeno e produz úlceras duodenais muito dolorosas, mas às vezes o álcool adormece os terminais nervosos e as pessoas não sentem dor. O fígado cumpre 5 funções vitais importantes, entre elas, neutralizar as substâncias tóxicas e produzir muitas substâncias vitais para ter um corpo saudável. O álcool interrompe todas essas funções e é a principal causa de morte no alcoólico. O álcool tem efeitos tóxicos que afectam o desenvolvimento das células embrionárias no feto da mulher grávida, pode afectar o cérebro em desenvolvimento, o que pode provocar algum atraso mental, e alguns rasgos faciais do embrião podem deformar-se. Os bebés das mães que consomem álcool tendem a pesar menos do que a média e, a medida que crescem, podem ter problemas de hiperactividade ou dificuldades na aprendizagem. O cérebro é o órgão mais delicado do corpo e o seu peso representa apenas 2% do peso total do corpo. O cérebro contém mais de 15.000 milhões de neurónios cerebrais que se mantêm em comunicação para produzir os pensamentos, movimentos e sensações. O cérebro obtém a energia a partir do oxigénio e da glucose que lhe são fornecidos constantemente através de um intrincado sistema de artérias. Devemos recordar que as células começam a morrer depois do nascimento e nunca são substituídas. Já a partir dos 30 anos morrem diariamente aproximadamente 100.000 neurónios cerebrais. Mas o alcoólico destrói uma maior quantidade (o mesmo que o masturbador e o toxicodependente), já que numa só bebedeira são destruídos aproximadamente 9 milhões. Com as práticas da transmutação ou sexo sábio e consciente que pregamos e praticamos na ciência gnóstica detém-se a morte diária desses milhares de neurónios. A morte do bêbado é muito horrorosa. Nas clínicas e hospitais se põem nervosos por falta da bebida. Clamam, gritam, exigem a garrafa de álcool; seu desespero é terrível. Alguns morrem vomitando sangue, outros com terríveis diarreias sanguinolentas , etc. O álcool queima a cauda do espermatozóide e isto origina filhos tarados. O alcoólico, com o tempo, sofrerá de pressão alta e cardiopatias. O mais grave é que o álcool, por ser um depressor, gera impotência sexual prematura e isto é muito doloroso. Conhecemos numerosos casos de jovens menores de 30 anos IMPOTENTES e ESTÉREIS à causa do álcool. .:
A campanha contra o álcool. Na realidade a verdadeira educação começa no lar. Os pais de família que bebem lhe estão dando um mau exemplo aos seus filhos e os conduzem ao caminho fatal do ABISMO. Nos lares se lhes deve ensinar aos filhos o que é este vício horrível. Este tipo de ensinamento, acompanhado do bom exemplo, é radical para advertir às novas gerações contra o vício do álcool. O que se aprende bem no lar não se esquece jamais. As bases da juventude se encontram no lar, na escola e na rua. A juventude admoestada sobre a base da Educação Fundamental resulta de facto edificante e dignificante . A juventude admoestada sobre falsos alicerces é, por consequência lógica, um caminho equivocado. Os excessos da juventude são contas a pagar na velhice, dedutíveis com juros bem elevados, à data de 30 anos. MENSAGEM DE SAMAEL AUN WEOR : "Escutai-me muito bem estudantes gnósticos , à luz do Sol ou da Lua, do dia ou da noite, com o demónio ALGOL há que ser RADICAIS. O álcool é muito traiçoeiro e mais tarde ou mais cedo nos apunhala pelas costas". |
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Publicado pelo Centro Gnóstico Anael, 2006. |
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